“Que eu aprenda a guardar segredos sem jurar por Deus. Que eu tenha menos vaidade e mais realidade. Que eu invente mentiras convincentes para deixar as verdades com ciúmes. Que eu perca o pavor de supermercado. Que eu não pense na morte antes de dormir. Que eu volte a rezar sem querer. Que eu possa nadar na neblina. Que eu não tenha receio de ser ridículo. Que eu faça amigos falando do tempo. (...) Que eu escreva nos livros o que os livros me escrevem. Que eu possa brincar mais sem contar as horas. Que eu use somente as palavras que tenham sentido”(Fabricio Carpinejar)
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Havia prometido não fazer nenhuma listinha de Ano Novo, mas quando descobri essa do Carpinejar, não agüentei! E faço os dele, meus desejos mais sinceros...
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Feliz ano novo, feliz ano todo!






















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